5 princípios da ética médica que todo profissional deve saber

A ética médica é um alicerce para a prática da medicina, guiando os profissionais de saúde em suas decisões e ações diárias. Conhecer e aplicar os princípios éticos é fundamental para garantir um serviço de qualidade, respeitar os direitos das pessoas atendidas e promover a confiança na relação médico-paciente.

Neste artigo, vamos explorar a origem e a relevância do Código de Ética na Medicina, além de detalhar os cinco princípios éticos que todo profissional de saúde deve conhecer e seguir em clínicas e consultórios.

Boa leitura!

Qual é a origem do Código de Ética na Medicina?

A origem do Código de Ética na Medicina remonta à Antiguidade, com o juramento de Hipócrates: um dos primeiros documentos a definir a conduta médica. Ao longo dos séculos, essa tradição evoluiu e influenciou a criação de diversos códigos de ética médica em diferentes partes do mundo.

No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) é responsável por atualizar e regulamentar o Código de Ética Médica, que estabelece normas e diretrizes para essa prática profissional no país.

Por que a ética médica é importante?

A relevância da ética médica está diretamente relacionada à qualidade do cuidado e ao respeito pelos pacientes. A adesão aos princípios éticos garante que os profissionais de saúde atuem com integridade na prescrição médica, promovendo a confiança do público no sistema de saúde.

Além disso, a ética médica ajuda a prevenir abusos e a proteger os direitos dos pacientes, assegurando um tratamento justo e equitativo para todos.

Quais são os princípios da ética médica?

As diretrizes médicas orientam as ações e as decisões dos profissionais de saúde. Veja cada uma delas!

Confidencialidade

A confidencialidade é um dos pilares fundamentais da ética médica, requerendo que os profissionais protejam rigorosamente as informações dos pacientes.

Esse princípio assegura que dados pessoais e médicos sejam compartilhados somente com o consentimento do paciente ou em situações críticas, sendo respeitado na publicidade médica e em outras formas de divulgação.

Autonomia

O princípio da autonomia reconhece o direito dos pacientes de tomar decisões informadas sobre seu próprio tratamento. Os médicos devem fornecer todas as informações necessárias, de maneira clara e compreensível, respeitando as escolhas e as preferências dos pacientes.

Foco no bem-estar do paciente

O foco no bem-estar do paciente — ou beneficência —, orienta os profissionais de saúde a agir sempre em prol do melhor interesse dos pacientes. Isso implica tomar decisões que promovam a saúde, o conforto e a qualidade de vida dos indivíduos.

Não maleficência

Frequentemente resumida pela frase “primeiro, não causar dano”, esse princípio obriga os profissionais de saúde a reduzir riscos potenciais aos pacientes. A não maleficência também enfatiza a importância de minimizar danos durante o atendimento médico.

Justiça

Por fim, a justiça na ética médica se refere à equidade no acesso e à distribuição dos recursos de saúde. Os profissionais devem tratar todos os pacientes de maneira justa, sem discriminação, e garantir que os cuidados sejam oferecidos com base nas necessidades clínicas.

Como garantir o seguimento dos princípios da ética médica?

Para seguir os princípios acima, os profissionais precisam receber uma formação contínua em ética e bioética. Além disso, as instituições de saúde devem promover uma cultura de transparência, responsabilidade e compliance, estabelecendo políticas claras e mecanismos de supervisão.

Concluímos que os princípios da ética médica são cruciais para um atendimento de qualidade. Seguir tais princípios não apenas promove uma prática mais humana, justa e eficiente, como fortalece a confiança e a integridade na relação entre o público e os profissionais de saúde.

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